Cadastre seu e-mail e
receba novas ofertas!

Campo Visual - Teste da função visual

Teste de Campo Visual, Campimetria ou Perimetria Computadorizada

Os testes de campo visual destinam-se a mapear o campo visual do paciente e documentar o nível de visão periférica.  O teste consiste basicamente em responder apertando um botão cada vez que um ponto de luz é percebido, no entanto o paciente deve ficar o tempo todo olhando diretamente para frente, não desviando o olhar em buscar dos pontos luminosos. Entender as várias partes da impressão dos resultados, como estão mostrados aqui, é uma maneira de entender mais sobre o teste de campo visual.

Perimetria Computadorizada Humphrey
 
Informações para o Paciente 

A acuidade visual do paciente e a idade são fatores importantes na obtenção de resultados confiáveis.
 
O teste de campo visual deve ser realizado com a correção apropriada necessária para a visão de perto. Além disso, como a retina do olho normal torna-se menos sensível com a idade, é importante que a idade da pessoa que está sendo testada seja levada em conta.

Ao examinar uma impressão do teste de campo visual vale a pena o paciente comprovar se estes dados estão corretos.
 
Parâmetros de Confiabilidade

A impressão proporciona três tipos de informação para ajudar o médico a avaliar como a confiabilidade de um teste de campo visual reflete o campo visual real do paciente:

Perdas de fixação: Ao fazer um teste de campo visual, é muito importante que o paciente mantenha o olho que está sendo testado focalizado diretamente à frente. O médico quer saber como é a visão periférica, isto é, a visão dos lados – de cima e de baixo, da direita e da esquerda.

Na prática, é difícil manter esta posição do olho durante muito tempo, pois a tendência natural é olhar para o lado, para a luz que está piscando. Mas como muitos desses movimentos podem tornar o teste não confiável, a máquina registra quantas vezes o paciente afasta seu olho do centro.

Erros Falso-Positivos: Às vezes o paciente vai pressionar o botão indicando que ele viu um ponto luminoso, quando na verdade a luz não piscou. É óbvio que esta informação equivocada prejudica seriamente a capacidade do teste de determinar o que o paciente está realmente enxergando.

Uma razão por que o paciente pode indicar que viu algo, ainda que nada tenha sido mostrado, é que, como todos nós, ele quer ir bem nos testes. A máquina destina-se a testar esta tendência fazendo soar o bip ou o zumbido normal, mas não apresentando luz, tentando o paciente a pressionar o botão inadequadamente. Até dois falso-positivos podem tornar um teste não confiável.

Erros Falso-Negativos: Para maior confiabilidade, o teste repete pontos luminosos no mesmo ponto em diferentes níveis de intensidade.

Se uma vez o paciente relata ter visto um ponto luminoso  em um certo ponto, mas não relata ver o ponto luminoso de mesma intensidade no mesmo ponto da segunda vez que ele é mostrado, a confiabilidade do teste é reduzida. As pessoas que têm glaucoma podem ter flutuações normais na margem de perda do seu campo visual, e por isso estes tipos de erros não constituem realmente um problema.

A sensibilidade da retina não é uma questão de tudo ou nada.

Às vezes, um ponto luminoso relativamente fraco em um ponto particular que não pode ser visto torna-se visível se a intensidade da luz for aumentada. Através de pontos  de luz de variada intensidade, a máquina pode determinar o nível de sensibilidade da retina em cada ponto representativo do campo visual. Os números no diagrama impresso indicam o nível de intensidade requerida para permitir que o paciente veja o ponto luminoso. Quanto maior o número, mais vaga a luz que pode ser vista.

Um quadro do campo visual de uma pessoa é obtido designando-se uma sombra mais clara de cinza para os pontos no campo visual em que o paciente pode ver pontos luminosos relativamente fracos ,  e uma sombra mais escura de cinza para os pontos em que um paciente pode ver apenas pontos luminosos relativamente fortes.

Todos os olhos têm um ponto cego (escotoma), em que o nervo óptico se conecta com a retina.

Ele é “cego” porque não há receptores de luz neste ponto. O ponto cego está indicado pela área escura na metade inferior esquerda neste impresso.

A sensibilidade da retina diminui com a idade. As caixas pretas neste diagrama indicam áreas em que a pessoa viu menos do que a maioria das pessoas da sua idade.

Muitas outras condições além do glaucoma podem causar visão deficiente – por exemplo, catarata ou edema corneal. Por isso, se o médico quer saber quanto da relativa insensibilidade à luz de um paciente se deve mais ao glaucoma do que a outra coisa, é importante “subtrair” estes outros fatores. Isto pode ser feito porque estas outras condições tendem a produzir um padrão similar de perda difusa do campo visual, enquanto o glaucoma tende a produzir áreas localizadas de perda de campo visual.

Estes números indicam a extensão em que o campo visual está fora dos limites normais. Eles podem ser seguidos no correr do tempo para se ver a extensão em que ele está piorando.

Há muitas outras razões além do glaucoma para um resultado anormal do campo visual:

*o teste foi realizado de maneira deficiente,
*o instrumento estava com defeito,
*o paciente não entendeu como fazer o teste,
*o paciente estava cansado,
*o defeito do campo visual era real, mas não indica doença,
*o defeito do campo visual é responsável por alguma outra doença além do glaucoma – por exemplo, tumor cerebral, esclerose múltipla, um problema vascular, um defeito congênito, uma infecção ou doença da retina, como degeneração da mácula, descolamento da retina ou inflamação,
*o defeito do campo visual pode ser um defeito falso, ou seja, na verdade não está presente!

Apesar das falhas do teste de campo visual, ele é a única maneira de documentar a perda visual real e se essa perda está progredindo ou permanece estável. Desta forma, o campo visual, representa um papel indispensável na ajuda aos pacientes com glaucoma para manter a sua visão. 

campo visual, campo visual computadorizado, campimetria, campimetria computadorizada, perimetria, perimetria computadorizada, perimetria computadorizada humphrey, campimetro, campímetro, perímetro, perimetro, perimetria humphrey, campimetria humphrey, o que e campo visual?, campo visual em sao paulo, campo visual em sp, campo visual sp, campo visual glaucoma, campimetria glaucoma, perimetria glaucoma, especialista em campo visual, campo visual oftalmologia, campo visual oftalmologista
Perímetro Computadorizado Humphrey

 • O Paciente deve chegar 20 minutos antes do horário marcado ou não haverá tempo hábil para realização do mesmo se o paciente chegar atrasado

• Para pacientes idosos recomenda-se o horário matinal.